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sábado, 5 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
MARCADOR DE LIVROS/A MAIOR FLOR DO MUNDO
Adoramos fazer um marcador de livros baseado na obra "A maior flor do mundo"
Pintamos, recortamos, colamos e agora vamos fazer uma surpresa aos nossos colegas do 4.ºA oferecendo um marcador para cada um deles.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
quarta-feira, 2 de abril de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
OS NOVOS ARTISTAS
Hoje fomos às salas dos nossos colegas apresentar a peça teatral de António Torrado - "A RAPOSA E O CORVO"
domingo, 26 de janeiro de 2014
"A RAPOSA E O CORVO", de António Torrado
Encenação teatral protagonizada pelos alunos a uma turma do 1.º ano.
PARABÉNS AOS ATORES.
(PROMETEMOS VOLTAR)
sábado, 25 de janeiro de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
OS TRÊS REIS DO ORIENTE, Sophia de Mello Breyner Andresen
Neste conto, Gaspar, Melchior e Baltasar deixam para trás o ouro, a segurança da ciência, o apoio dos poderosos e as mentiras dos mais fortes, para seguir uma estrela que se ergue a Oriente.
No silêncio da noite, esta luz revela a alegria de uma Boa Nova.
No silêncio da noite, esta luz revela a alegria de uma Boa Nova.
Hoje esteve a chover muito e não podemos sair da sala de aula para "Pedir os reis" pelas ruas de Penacova.
A nossa professora leu-nos "OS TRÊS REIS DO ORIENTE", trocamos impressões sobre o conteúdo do livro, fizemos uma ficha de trabalho e ilustramos os 3 reis.
Gostamos muito deste conto, bem como do trabalho que fizemos sobre ele.
terça-feira, 16 de julho de 2013
sexta-feira, 31 de maio de 2013
CHAMEM-LHES NOMES
Este foi o livro que os alunos do 3.º ano trabalharam.
A nossa turma debruçou-se sobre o texto "RABUGICE ABSTRATA".
- Eu quero uma coisa concreta! - gritou o miúdo, enquanto se debatia com os trabalhos de casa.
- Concreta?! - admirou-se a mãe.
- Sim, preciso de quatro nomes concretos. Conheces algum? A mãe sorriu. O filho ficava sempre rabugento quando tinha de estudar coisas novas.
- Ora, então... - começou a mãe. - Tudo o que tens à tua volta é concreto: o lápis, a folha, a mesa, o teu quarto...
- Já chega - disse o miúdo, enquanto, com a língua de fora, escrevia depressa o que ouvira para não se esquecer.
- Espera! Tens de perceber o que são!
- Já percebi, não sou burro! São coisas assim... quer dizer... coisas que existem, que fazem parte da realidade... É isso, não é?
- É, muito bem! E quais são os outros?
- São os substratos.
- Não, filho, que disparate! São os abstratos.
- Ou isso, pois - disfarçou o miúdo. - Desses não sei nada.
- Então, é fácil. Os nomes abstratos não fazem parte da realidade que vemos, que existe. São ações, ou sentimentos, ou qualidades dos seres... percebes?
- Espera, espera! Acho que já percebi. Deixa-me ver se acerto: coragem... opinião... tristeza...
- Viste como sabias tudo o que precisavas? De que é que serviu tanta rabugice?
- Para pôr aqui - respondeu o rapaz, acrescentando aos nomes abstratos a sua rabugice!
Margarida Fonseca Santos in Chamem-lhes nomes!
Após a leitura do texto, debruçamo-nos sobre o estudo de nomes concretos e abstratos.
Realizamos uma ficha de trabalho.
Pintamos também uma tela com imagens de nomes abstratos.
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