VISITA À ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA
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sexta-feira, 7 de junho de 2013
quarta-feira, 5 de junho de 2013
sexta-feira, 31 de maio de 2013
A ESCRITORA NA ESCOLA
MARGARIDA FONSECA SANTOS nasceu em Lisboa, a 29 de novembro de 1960.
Tirou o Curso Superior de Piano no Conservatório Nacional, tendo como objetivo ser professora de Formação Musical no ensino vocacional. Deu aulas em várias escolas, nomeadamente na Escola Superior de Música de Lisboa entre 1990 e 2005.
Começou a escrever em 1993 e isso tornou-se uma verdadeira paixão, paixão essa que a levou a mudar de vida. Deixou o ensino da música e, neste momento, dedica-se a tempo inteiro à escrita.
Tem vários livros publicados, na sua grande maioria para crianças e jovens, e escreve com regularidade para teatro.
Tem vários livros publicados, na sua grande maioria para crianças e jovens, e escreve com regularidade para teatro.
CHAMEM-LHES NOMES
Este foi o livro que os alunos do 3.º ano trabalharam.
A nossa turma debruçou-se sobre o texto "RABUGICE ABSTRATA".
- Eu quero uma coisa concreta! - gritou o miúdo, enquanto se debatia com os trabalhos de casa.
- Concreta?! - admirou-se a mãe.
- Sim, preciso de quatro nomes concretos. Conheces algum? A mãe sorriu. O filho ficava sempre rabugento quando tinha de estudar coisas novas.
- Ora, então... - começou a mãe. - Tudo o que tens à tua volta é concreto: o lápis, a folha, a mesa, o teu quarto...
- Já chega - disse o miúdo, enquanto, com a língua de fora, escrevia depressa o que ouvira para não se esquecer.
- Espera! Tens de perceber o que são!
- Já percebi, não sou burro! São coisas assim... quer dizer... coisas que existem, que fazem parte da realidade... É isso, não é?
- É, muito bem! E quais são os outros?
- São os substratos.
- Não, filho, que disparate! São os abstratos.
- Ou isso, pois - disfarçou o miúdo. - Desses não sei nada.
- Então, é fácil. Os nomes abstratos não fazem parte da realidade que vemos, que existe. São ações, ou sentimentos, ou qualidades dos seres... percebes?
- Espera, espera! Acho que já percebi. Deixa-me ver se acerto: coragem... opinião... tristeza...
- Viste como sabias tudo o que precisavas? De que é que serviu tanta rabugice?
- Para pôr aqui - respondeu o rapaz, acrescentando aos nomes abstratos a sua rabugice!
Margarida Fonseca Santos in Chamem-lhes nomes!
Após a leitura do texto, debruçamo-nos sobre o estudo de nomes concretos e abstratos.
Realizamos uma ficha de trabalho.
Pintamos também uma tela com imagens de nomes abstratos.
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